Pragas controladas

Elimine as pragas que tiram seu sossego!

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A Ecoinsect realiza o controle e monitoramento dos principais tipos de pragas urbanas.

Abelhas, Vespas e Marimbondos

Abelhas, Vespas e Marimbondos

As abelhas são insetos que vivem em sociedade e formam colônias. Existem colmeias no mundo inteiro, com raças que se distinguem em produtividade e temperamento. No Brasil, as mais comuns são: a jataí, europeia e mamangaba, entre outras.

A colônia de abelhas se organiza principalmente para enfrentar o inverno, com apenas uma abelha rainha e muitas operárias que precisam manter o calor para a sobrevivência do todo.

Na primavera, as operárias fazem pólen e néctar, que se transformam em mel. A cera é secretada pelo seu abdômen e é usada na construção dos favos verticais.

Não mexa nem tente remover colmeias, pois o risco de ser atacado é bem alto.

Consulte a Ecoinsect para fazer a avaliação do local e a remoção do enxame com segurança.

Baratas

Baratas

Inseto de coloração, marrom ou preto, que se alimenta de matéria vegetal em decomposição. Existem cerca de 4.000 espécies de baratas. Originam-se principalmente nos trópicos, mas há algumas poucas espécies em climas temperados.

As mais conhecidas são as baratas Blatella germanica (paulistinha, francesinha ou barata de cozinha) e Periplaneta americana (barata cascuda, barata de esgoto ou barata voadora), que, com a falta de controle, pode se transformar em verdadeiras pragas domésticas e transmitir uma série de doenças como: hanseníase, cólera, amebíase, diarreias e infecções, entre outras.

O controle da Blatella germanica deve ser constante, principalmente em áreas com vasta oferta de alimentos, pois sua reprodução é rápida, o que leva a um aumento da população em pouco tempo.

Aranhas

Aranhas

Esses animais se adaptaram a todos os tipos de habitat, desde locais com densa vegetação até áreas desérticas. Seu corpo é composto tipicamente de duas partes: a parte da frente, com cabeça, olhos, mandíbulas, palpos e oito patas; e o abdômen, que contém a maioria dos órgãos.

Entre as espécies mais comuns de aracnídeos, podemos citar: armadeira, aranha marrom, aranha de grama, viúva negra e caranguejeira (tarântula).

Formigas

Formigas

Há cerca de 14.000 espécies de formigas. O tamanho desses insetos pode variar entre 1 mm e 4 cm. As mais comuns são: saúva, doceira, lava-pé e carpinteira.

As formigas, apesar de parecerem inofensivas, transmitem algumas doenças e veiculam alguns patógenos como bactérias, vírus, infecções e reações alérgicas.

Em hospitais, as formigas podem invadir locais considerados críticos como UTIs, berçários, maternidades, carregando bactérias que causam infecções hospitalares, além de doenças como infecções respiratórias e diarreias, entre outras. De acordo com pesquisas, tais bactérias tendem a ser resistentes às medicações de uso padrão.

Carrapatos

Carrapatos

Os carrapatos são aracnídeos e parasitas, ou seja, alimentam-se do sangue de seus hospedeiros.

São os principais vetores de doenças em animais domésticos e podem espalhar uma grande variedade de organismos que causam doenças, inclusive bactérias, vírus e protozoários.

A febre maculosa brasileira é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela (Amblyomma cajennense) infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii. Esse carrapato pode ser encontrado em animais de grande porte (bois, cavalos) e cães, aves domésticas, roedores.

Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele da pessoa.

É importante manter os animais de estimação sob um esquema de controle de infestação de carrapatos, pois eles podem circular por áreas infestadas e então transportar os carrapatos para dentro de sua casa. O tratamento para controle de carrapatos deve ser amplo e realizado respectivamente no animal e no ambiente.

Escorpiões

Escorpiões

Os escorpiões são animais venenosos, mas pouco agressivos. São carnívoros e se alimentam de grilos, baratas e outros insetos. Os escorpiões se escondem durante o dia em locais quentes, escuros e úmidos, como cascas de árvore, pedras, troncos podres, madeiras empilhadas, entulhos, telhas e atrás de móveis. À noite, saem para caçar e se reproduzir. Muitas espécies vivem em áreas urbanas e encontram abrigo e alimentação dentro e próximo das casas.

Esses animais entram nas casas principalmente pelas redes de esgoto sanitário e fluvial, instalações elétricas e telefônicas, fosso de elevador ou frestas. Também podem acompanhar materiais de construção.

O controle começa com uma inspeção minuciosa do local com o objetivo de identificar a espécie e o nível de infestação para, assim, personalizar a aplicação de acordo com a necessidade de cada cliente.

Esse controle de escorpiões é muito importante, pois evita acidentes com picadas que podem ocasionar dor local intensa, sudorese, vômitos e vermelhidão no local da picada, além de poder causar sérias complicações em criança, idoso ou pessoa debilitada (doente).

Cupins

Cupins

Existem duas principais espécies de cupins adaptadas ao meio urbano, o chamado “cupim subterrâneo” (Coptotermes havilandi) e o “cupim de madeira seca” (Cryptotermes brevis). As duas espécies citadas podem causar sérios prejuízos ao patrimônio e provocar acidentes como curtos-circuitos, incêndios e desabamentos.

Cupins subterrâneos

Constituem colônias frequentemente abaixo da superfície do solo, porém é comum fazerem seus ninhos em lajes, caixões perdidos, juntas de dilatação, dentro de redes hidráulicas e condutores elétricos, sem nenhum contato com o solo. A ligação entre a colônia e a fonte de alimento (celulose) pode ser feita por meio de túneis em vários componentes como pisos, paredes, cordões de gesso, mesmo que o ninho esteja localizado a dezenas de metros da área construída.

Cupins de madeira seca

O cupim de madeira seca economicamente mais importante no Brasil é o Cryptotermes brevis. Existem oito espécies do gênero Cryptotermes no continente americano.

O Cryptotermes brevis, chamado popularmente de “cupim de madeira seca”, é um cupim que se mantém restrito à peça atacada, não tendo capacidade de passar de uma madeira infestada para outra.

O tamanho da colônia é proporcional ao tamanho da peça atacada, uma vez que está restrito a ela. Por esse motivo, os cupins de madeira seca normalmente apresentam colônias pequenas, com cerca de 300 indivíduos a alguns milhares. Uma colônia de cupim de madeira seca pode chegar a ter 3.000 indivíduos após 15 anos.

Moscas

Moscas

Esses insetos habitam todo o mundo, com exceção dos polos. Vários estudos demonstraram que a mosca doméstica e outras que possuem hábitos imundos podem levar os bacilos da febre tifoide (Salmonella typhosa) nas patas, corpo, tromba ou expulsá-la pela regurgitação ou via fezes.

Pode transmitir ainda diarreia, conjuntivites, lepra, tuberculose, tifo, gonorreia, erisipelas, cólera, meningite cérebro-espinhal, bubônica. Muitas doenças causadas por vírus também podem ser transmitidas pela mosca doméstica como tuberculose, gonorreia e erisipela, entre outras.

Os patógenos são “coletados” pelas moscas no lixo e em outras fontes de sujeira e logo passam de seu aparato bucal para outras partes do corpo por meio de vômito ou fezes, o que facilita a contaminação de animais e comidas humanas, por exemplo.

Mosquitos

Mosquitos

Os mosquitos habitam a região dos trópicos até o ártico, sendo os únicos meios conhecidos de transmissão de agentes que causam a malária, febre amarela, certos tipos de encefalite, dengue, leishmaniose e elefantíase (filariose).

As larvas e as pupas dos mosquitos vivem na água. As diversas espécies se adaptaram para viver, praticamente, em todo tipo de água, exceto em correntes de fluxo rápido e em proporções abertas de grandes corpos de água onde exista a ação de ondas.

No Brasil, o maior problema causado pelos mosquitos é a dengue que, com dada frequência, transforma-se em epidemia em determinadas regiões.

Pombos

Pombos

A família dos pombos tem cerca de 280 espécies. Os pombos urbanos (Columba livia) são aves de cabeça pequena e redonda, bico estreito, comprimento médio, patas e dedos moles e geralmente vermelhos. Machos e fêmeas são semelhantes com plumagem de coloração variada oscilando especialmente entre cinza e marrom.

De modo geral, apresentam reflexos metálicos no pescoço. No caso, a preocupação com os pombos não se limita somente aos danos que essas aves causam às edificações, mas também aos riscos de doenças. Algumas das enfermidades transmitidas por pombos urbanos são fatais.

É muito importante conhecê-las para preveni-las a tempo. Algumas das doenças transmitidas por pombos são: histoplasmose, salmonelose, cryptococcosis e ornitose. Portanto, vale a máxima: “Não alimente os pombos”.

Pulgas

Pulgas

As pulgas são parasitas – ou animais que se alimentam de hospedeiros, machucando-os na maioria das vezes. Alimentam-se do sangue dos hospedeiros. Geralmente, preferem o sangue de animais de quatro patas ao dos humanos. As pupas das pulgas podem também ficar em seus casulos por mais de um ano, esperando para sentir calor corporal e vibrações que sinalizam a presença de hospedeiros próximos.

As pulgas são importantes transportadores de parasitas e organismos infecciosos como, por exemplo, tifo murino, febre por mordedura, leptospirose e peste bubônica (doença transmitida por pulgas que picaram ratos infectados com Yersinia pestis). Esses insetos podem saltar por distâncias até 30 vezes maiores que o tamanho de seu corpo.

Ratos

Ratos

Membro de uma grande ordem de mamíferos, a Rodentia, com cerca de 1.700 espécies. São três as principais espécies consideradas pragas nos centros urbanos:

Ratazanas

Ratazanas (Rattus norvegicus) são os mais comuns dos roedores urbanos. Têm hábitos noturnos, sedentários e agressivos. Normalmente, vivem nas áreas externas das residências. Abrigam-se em tocas (ninheiros) e galerias que cavam nas fundações de edifícios, em depósitos de lixo, nos jardins, à beira de córrego ou valas. Possuem hábitos semiaquáticos e são excelentes nadadoras. Alimentam-se preferencialmente de peixes, carnes e cereais. Dificilmente, ficam abrigadas em locais com distância superior a 45 metros da fonte de alimento.

Rato de telhado (rato preto)

O “rato de telhado” (Rattus rattus) também é conhecido como “rato de forro”. É menor do que as ratazanas, ágil e possui o focinho afilado. A cauda é mais longa do que o conjunto cabeça-corpo, possibilitando um melhor equilíbrio. A coloração varia entre preto e cinza escuro. As orelhas são grandes e proeminentes. As fezes são fusiformes, medindo cerca de 12 milímetros.

Abrigam-se acima do nível do solo. Em residências, escondem-se em forros e sótãos. Nas áreas abertas, preferem o topo das árvores. São onívoros e preferem frutas, legumes e cereais. Dificilmente, abrigam-se em locais com distância superior a 45 metros da fonte de alimento.

Camundongo

O camundongo (Mus musculus) é o menor dos roedores domésticos. Tem tamanho aproximado de 18 cm, sendo 9 cm de corpo e 9 cm de cauda. Seu peso é de aproximadamente 15 gramas. O corpo é pequeno e delicado, revestido com pelos de coloração acinzentada. As orelhas são proeminentes e os olhos são vivos e salientes. As fezes são pequenas, finas e com as pontas afiladas, podendo ser confundidas com as fezes de baratas. Para eliminá-lo, não se deve modificar o ambiente dele, já que o rato tem neofobia (aversão ao novo), ou seja, percebe pequenas alterações ao seu redor, como comidas diferentes, frascos, cheiros. Na dúvida, o rato nunca comerá algo suspeito.

Traças

Traças

Traça de Livro

Seu aspecto (Lepisma saccharina) lembra um peixe prateado. Daí um de seus nomes em inglês: “silver fish”. As espécies encontradas nas residências têm coloração cinza-prateada, pertencem à ordem Thysanura e são insetos que se alimentam de substâncias ricas em proteínas, açúcar ou amido, sendo muito comuns em residências.

Traça de Roupa

Essas pragas – muito destrutivas – danificam roupas, tapetes, sedas e materiais semelhantes. Consomem preferencialmente lãs, fios de cabelo, peles, penas e gordura humana nas roupas, porque a larva necessita de queratina, presente nos tecidos acima.

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